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Refluxo: sintomas e tratamentos

Refluxo: sintomas e tratamentos

Um estudo realizado pela Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), em 2018, mostrou que 51% dos brasileiros sofrem de refluxo, semanalmente. Isso revela que o problema é mais comum do que se pode imaginar, uma vez que afeta, praticamente, uma a cada duas pessoas, no Brasil.

A azia e a queimação, características da doença, foram citadas pelos entrevistados como os sintomas mais recorrentes.

Neste artigo, você vai entender o que é a doença, por que há a ocorrência desses sintomas e quais os tratamentos mais indicados.

Resposta do organismo

A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é um problema caracterizado pelo retorno involuntário e recorrente para o esôfago do suco gástrico e outros elementos do estômago. Pode afetar desde bebês até idosos.

No processo normal, o alimento mastigado na boca segue seu caminho pela faringe e pelo esôfago até chegar ao estômago. Entre os dois últimos, existe uma válvula denominada esfíncter esofágico inferior, que se abre no momento em que qualquer coisa ingerida chega ao estômago e se fecha imediatamente, a fim de impedir que o suco gástrico faça o caminho “errado”, uma vez que o esôfago não tem uma mucosa preparada para suportar essa substância tão ácida.

O refluxo acontece quando o esfíncter esofágico inferior apresenta algum problema no funcionamento, como relaxamento causado por alimentos, e não consegue impedir que o conteúdo do estômago volte para o esôfago.

Causas e fatores de risco

Em muitos casos, o refluxo é uma reação fisiológica do organismo, causada por alimentos que provocam essa disfunção, como bebidas à base de cafeína, chocolate, comida gordurosa, molho de tomate, entre outros.

Existem situações em que a área entre o esôfago e o estômago pode apresentar algum problema estrutural, como disfunção das estruturas musculares ou hérnia de hiato, uma protrusão de parte do estômago para a região do tórax, através da cavidade torácica no diafragma.

Há alguns fatores de risco que causam o problema, como fazer refeições abundantes frequentemente, praticar exercícios físicos ou deitar-se logo após comer e outras atividades que comprometem o funcionamento do esfíncter.

Sintomas e tratamentos do refluxo

Os principais sintomas do refluxo são a azia (a sensação de queimação que se origina na boca do estômago e sobe pelo esôfago), incômodo ou dor na região superior do abdômen, tosse seca, indigestão e eructação (o popular arroto). Em alguns casos, a ação do suco gástrico no esôfago pode atingir a garganta a ponto de causar rouquidão e até mesmo faringite.

Existem várias formas de tratar a doença. Em casos menos agressivos, a simples mudança de hábitos, como evitar alimentos que causam o problema, comer pouco e não fumar, surte efeito positivo em alguns dias. O médico também pode receitar medicamentos, como inibidores de produção de ácidos ou antiácidos para amenizar os efeitos corrosivos. Em pessoas que apresentam hérnia de hiato, a cirurgia é alternativa bastante indicada.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como clínica geral em São Paulo.

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O que é úlcera gástrica?

O que é úlcera gástrica?

Uma úlcera gástrica, um dos tipos de úlcera péptica, é uma ferida que se forma quando os ácidos estomacais desgastam o revestimento de alguma parte do estômago. Os sintomas incluem dor forte e desconforto, além de náusea e perda de peso.

Quando uma úlcera péptica afeta o estômago, é chamada de úlcera gástrica; no duodeno é chamada de úlcera duodenal; e no esôfago é uma úlcera esofágica.

Estima-se que até 10% dos adultos são afetados por úlceras gástricas, pelo menos uma vez na vida em todo o mundo.

No artigo a seguir, saiba mais sobre as úlceras gástricas, incluindo como ocorrem, quais são os sinais de alerta e como são tratadas.

O que causa a úlcera gástrica?

No passado, os médicos consideravam que os fatores do estilo de vida, como estresse e dieta, causavam úlceras. Hoje sabe-se que os ácidos estomacais e outros sucos digestivos são os geradores das úlceras gástricas.

No entanto, existem fatores externos que contribuem para a formação de feridas estomacais. Dois deles são a bactéria H. pylori e anti-inflamatórios não esteroides.

Bactéria H. pylori (Helicobacter pylori)

A maioria das úlceras é causada pela infecção de uma bactéria chamada H. pylori. Essa bactéria afeta negativamente o muco que protege o revestimento do estômago e a primeira parte do intestino delgado (o duodeno), o que faz com que os ácidos cheguem ao tecido estomacal e causem danos.

Anti-inflamatórios não-esteroides

O uso prolongado de alguns medicamentos de venda livre, como aspirina e ibuprofeno, por exemplo, também pode danificar o muco que protege o revestimento do estômago.

Sintomas da úlcera gástrica

Os sintomas de cada pessoa podem variar e, em alguns casos, não aparecer. Entretanto, o mais comum é uma dor incômoda ou ardente entre o esterno e o umbigo. Essa dor geralmente ocorre nos horários das refeições e pode atacar no meio da noite, durando de alguns minutos a horas.

Outros sintomas menos comuns da úlcera podem incluir:

  • sensação de saciedade depois de comer uma pequena quantidade de alimento;
  • arrotos fora do normal;
  • náusea;
  • vômito, inclusive com sangue;
  • falta de apetite;
  • perda de peso sem motivo;
  • sangue nas fezes ou fezes de cor preta.

Os sintomas da úlcera gástrica podem se parecer com os de outros problemas de saúde, por isso, é importante consultar o médico ao primeiro sinal de anormalidade.

Tratamentos disponíveis

O tratamento para a úlcera gástrica varia de pessoa para pessoa, mas inclui mudanças no estilo de vida, tomar remédios e, em alguns casos, cirurgia para corrigir o problema.

Mudança de estilo de vida significa não comer certos alimentos que podem piorar o quadro, não fumar, reduzir ou eliminar o consumo de álcool e cafeína e não usar medicamentos anti-inflamatórios e esteroides que, como já mencionado, afetam negativamente a mucosa do estômago.

O uso de antibióticos (no caso de úlcera causada pela bactéria H. Pylori), bloqueadores H2, inibidores da bomba de prótons, entre outros, podem ser importantes para reduzir a produção de ácido e proteger o muco do estômago de outras feridas.

Em casos raros, a cirurgia pode ser necessária, se os medicamentos não ajudarem ou se houver outros problemas médicos.

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Quando procurar um clínico geral

Quando procurar um clínico geral

Normalmente, quando há um problema de saúde, logo se pensa em um especialista que tenha alguma relação com a situação. Em caso de dor no joelho, procura-se o ortopedista; se há algum problema nos olhos, o oftalmologista é a primeira opção; uma mancha na pele pede uma visita ao dermatologista.

No entanto, há muitos casos em que o clínico geral deve ser procurado inicialmente, uma vez que esse especialista é capaz de fazer uma avaliação primária dos sintomas e, caso seja necessário, indicar um médico de área mais específica. Entenda como é a atuação desse profissional e quando deve ser procurado.

Quem é o clínico geral

Clínico geral é o termo utilizado para se referir ao médico cuja especialidade é a medicina interna. Esse profissional tem uma visão integral em relação ao organismo humano e está apto a realizar avaliações clínicas e diagnósticos iniciais. Ele pode dar orientações para certas circunstâncias que mereçam foco mais direcionado.

O médico com essa especialidade tem conhecimento aprofundado dos sistemas que compõem o corpo humano, sendo capaz de realizar diagnósticos relacionados a diversos problemas de saúde, desde doenças mais comuns a condições raras ou complexas.

Atribuições do clínico geral

Quando se pensa em clínico geral, provavelmente se pense no médico que faz o atendimento de emergência ou urgência. Isso porque sua formação permite que faça a avaliação e a identificação de grande parte dos problemas de saúde. Para a Sociedade Brasileira de Clínica Médica, esse especialista está capacitado a resolver 70% das doenças.

O clínico geral é a principal opção de profissional de saúde a quem uma pessoa pode recorrer da infância à velhice. Nesse caso, ele tem condições de fazer diagnósticos mais precisos, uma vez que tem um histórico completo desse indivíduo à sua disposição.

Esse profissional também está apto a realizar exames de rotina (os check-ups), fazer avaliações físicas, médicas e pré-operatórias, tratar de infecções diversas, problemas do sistema gastrointestinal e do sistema cardiovascular, fazer indicação de vacinas, entre outras competências.

Quando procurar

O clínico geral é recomendado em situações em que a pessoa apresenta algum mal-estar ou tenha alguma dor sem origem determinada e não sabe exatamente a qual especialidade recorrer. Ele tem conhecimento para fazer a avaliação e, se necessário, encaminhar para um médico de área específica.

Ele também deve ser procurado nas situações em que o indivíduo pretende fazer um trabalho de prevenção em relação a certas condições ou doenças. O clínico geral pode realizar um acompanhamento de longo prazo e indicar mudanças nos cuidados ou nos tratamentos.

Além disso, sendo um especialista em medicina interna, é uma opção segura quando há dúvidas em relação a diagnósticos. Com conhecimento mais amplo do organismo, ele pode analisar o quadro geral e fazer uma análise clínica ou solicitar exames que confirmem ou não a situação.

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Entenda a importância do check-up preventivo

Entenda a importância do check-up preventivo

O ditado popular diz que prevenir é melhor do que remediar. Isso vale também para a saúde fisica. No entanto, ainda é comum que muitas pessoas procurem um médico somente depois de um susto (uma elevação repentina da pressão, por exemplo) ou após a manifestação da doença, o que, em alguns casos, pode ser tarde demais.

Seja qual for o caso, um check-up preventivo é a melhor forma de avaliar as atuais condições do organismo e detectar problemas, antes que se tornem uma condição mais séria. Entenda, neste artigo, a importância do check-up para sua saúde e seu bem-estar.

O que é

O check-up preventivo é o nome dado a um conjunto de exames clínicos, laboratoriais e de imagem, que avaliam as condições atuais de saúde de uma pessoa e também auxiliam a descobrir precocemente de determinadas doenças, caso já esteja em desenvolvimento.

É recomendado que esse procedimento seja feito, pelo menos uma vez ao ano, por homens e mulheres a partir dos 35 anos, principalmente quem já teve algum problema de saúde mais grave ou tem histórico familiar que indica predisposição a certas doenças.

Como o check-up é feito

Inicialmente, você deve procurar um médico cuja especialidade atenda às necessidades, como um clínico geral. Na consulta, o profissional fará uma série de perguntas sobre a rotina, hábitos alimentares, histórico de problemas de saúde e familiar e outras questões pertinentes.

Além disso, o médico efetuará algumas avaliações clínicas iniciais para obter mais parâmetros, como aferição da pressão e batimentos cardíacos. A partir disso, ele solicitará a realização dos exames, de acordo com o levantamento feito até o momento.

O hemograma é um dos exames mais comuns nessas avaliações, uma vez que oferecem inúmeras informações importantes sobre a condição atual, como contagem de plaquetas, leucócitos e hemácias, nível de glicose, colesterol, triglicérides, ácido úrico e outros dados que o médico julgar necessários.

Outros exames solicitados podem ser de fezes e urina, que fornecem informações importantes sobre o funcionamento do sistema digestivo e urinário. Solicitam-se, ainda, análises feitas a partir de exames cardiológicos, dermatológicos, oftalmológicos e outras áreas.

A importância do check-up preventivo

A realização de um check-up preventivo é essencial para avaliar o estado atual e identificar possíveis doenças em estágio inicial. Quando um problema é descoberto ainda nessa fase, os tratamentos aplicados são menos invasivos e menos agressivos. A chance de cura é maior.

Para quem tem predisposição a alguma doença, os exames se tornam aliados importantes para que as condições sejam observadas e controladas de acordo com a rotina do indivíduo. Assim, evita-se ou adia-se ao máximo a manifestação da enfermidade.

Por isso, se você tem um estilo de vida pouco saudável, se há casos de doenças relacionadas ao coração ou histórico de tumor na sua família, procure o seu médico e peça a realização de exames preventivos.

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Gastrite: sintomas causa e tratamentos

Gastrite: sintomas causa e tratamentos

A gastrite é a inflamação e desgaste do revestimento do estômago. Pode ocorrer por vários motivos, como infecção bacteriana (causada pela bactéria Helicobacter Pylori), uso regular de certos analgésicos (anti-inflamatórios principalmente), consumo excessivo de álcool, ingestão constante de alimentos muito condimentados, entre outros.

A gastrite, geralmente, é leve e se resolve sem nenhum tratamento. Algumas mudanças na alimentação e no estilo de vida e o uso de medicamentos antiácidos costumam resolver.

No entanto, a gastrite grave ou recorrente pode ser um problema e requer tratamento imediato. Se não for tratada, pode levar ao desenvolvimento de úlcera estomacal e anemia.

No artigo a seguir, você vai saber mais sobre a gastrite, seus sintomas, causas e tratamento.

Como a gastrite ocorre

O alimento ingerido passa pelo esôfago e chega ao estômago. Neste é produzido o ácido necessário para digerir os alimentos e matar os germes. No estômago, o alimento se mistura com o ácido e depois se desloca para a primeira parte do intestino delgado.

O ácido é corrosivo. Assim, algumas das células do revestimento interno do estômago produzem muco como uma barreira natural para proteger o seu revestimento e a primeira parte do intestino delgado.

Em condições normais, há um equilíbrio perfeito entre a quantidade de ácido e muco produzidos para proteger o revestimento do estômago. A gastrite ocorre quando há desequilíbrio entre essas duas partes e o ácido danifica o revestimento do estômago.

Causas

O desequilíbrio pode ocorrer devido a muitas razões, tais como infecção bacteriana, especialmente causada pela bactéria Helicobacter Pylori, ingesta de bebidas alcoólicas em excesso, fumar e comer alimentos muito picantes.

A gastrite também pode ser causada por uma reação autoimune. Esta ocorre quando o sistema imunológico do corpo, em vez de proteger o corpo, ataca erroneamente as próprias células e tecidos, neste caso, o revestimento do estômago, e causa gastrite.

Sintomas

Os sintomas da gastrite incluem:

  • dor ardente na parte superior do abdômen, pouco antes de comer;
  • náusea;
  • vômito;
  • sangue no vômito ou vômitos de sangue;
  • perda de apetite;
  • dor inchaço e abdominais;
  • soluços incessantes;
  • alterações nos movimentos intestinais;
  • fezes muito escuras ou com cor de sangue.

Tratamento

Algumas pessoas têm gastrite leve e não precisam de tratamento específico. Nesses casos, a doença é temporária e o corpo se cura sozinho. Se os sintomas persistirem por mais de duas semanas, é primordial consultar um médico, evitando o risco de desenvolver úlceras estomacais e câncer gástrico.

O tratamento médico da gastrite depende, em grande, parte da causa. O tratamento básico começa com antiácidos, anti-histamínicos H2 ou inibidores da bomba de prótons, que reduzem a produção de ácido e permitem que a inflamação da mucosa se restabeleça. Mudanças na alimentação e no estilo de vida também são recomendadas.

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Diabetes: sintomas, causas e tratamento

Diabetes: sintomas, causas e tratamento

Cerca de 9% dos brasileiros são portadores de algum tipo de diabetes. São cerca de 20 milhões de pessoas diabéticas no país.

O que é o diabetes?

Diabetes é uma doença metabólica que pode apresentar múltiplas origens. Ela decorre da ausência de insulina ou da incapacidade dessa substância de cumprir suas funções, o que aumenta a quantidade de glicose no sangue, causando a resistência à insulina.

Ocorrendo essa deficiência, o corpo não absorve os açúcares nas células e, consequentemente, não utiliza a glicose como fonte de energia. Faltando o hormônio insulina, os açúcares se acumulam, ocasionando o diabetes no paciente.

Há quatro principais variações de diabetes: o tipo 1, tipo 2, pré-diabetes e diabetes gestacional, além de outros tipos da doença menos comuns, causados por especificidades genéticas ou ambientais.

Diabetes Tipo 1

O Diabetes tipo 1 é menos comum. Ocorre entre 5% e 10% de todas as pessoas que apresentam a síndrome. Defeitos no sistema imunológico fazem os anticorpos do organismo atacar as células que produzem insulina, causando a doença. É um tipo congênito, atrelado às características genéticas do indivíduo.

Diabetes Tipo 2

O Diabetes tipo 2 é o mais frequente. Atinge cerca de 90% dos indivíduos diabéticos. A diminuição da produção de insulina é combinada com a incapacidade do hormônio de reduzir a glicose (resistência à insulina). É um tipo que pode se intensificar com o passar do tempo e o envelhecimento do indivíduo.

Pré-diabetes

Essa é uma condição indicativa de que o indivíduo tem potencial para desenvolver diabetes tipo 2 (o tipo 1 não pode ser adquirido, pois é uma doença congênita), mas que ainda não pode ser considerado um indivíduo doente.

Como é uma pessoa incapacitada de produzir insulina, o aparecimento de diabetes é uma questão de tempo, por isso, requer cuidados especiais.

Diabetes gestacional

Durante a gestação, algumas mulheres podem apresentar resistência à insulina, gerando um tipo de diabetes típico da gravidez. O aumento do nível de glicose pode ser percebido durante os exames feitos durante a gestação. A resistência à insulina pode ou não passar após o parto.

Sintomas e tratamento do diabetes

Quando não é congênito, o diabetes, normalmente, é causado pela combinação de tendências genéticas com maus hábitos alimentares, sedentarismo, obesidade e consumo de álcool e tabaco.

Os principais sintomas sentidos são fome e sede excessivas, infecções frequentes no corpo, feridas de lenta cicatrização, visão embaçada e formigamento. Fraqueza, fadiga e emagrecimento também podem acontecer.

O tratamento para diabetes tipo 1 é a aplicação regular de insulinas, que também pode ser associada ao uso de medicamentos orais. O diabetes tipo 2 é tratado com medicamentos orais como primeira escolha e, posteriormente, também podem ser associadas insulinas, além de mudanças na dieta e nos hábitos cotidianos.

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Hipertensão: sintomas, causa e tratamento

Hipertensão: sintomas, causa e tratamento

A hipertensão, popularmente denominada pressão alta, é uma doença que acomete uma grande parte da população mundial, ambos os gêneros, com faixa etária que varia desde a infância até os idosos.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Hipertensão, cerca de 25% da população brasileira adulta é atingida pela pela doença, cerca de 50% na população com mais de 60 anos.

Por apresentar números tão expressivos e ser uma patologia séria, preparei este artigo em que abordo os principais sintomas, causas e tratamento para a hipertensão. Assim, você terá o conhecimento necessário para cuidar dessa doença ou ajudar a quem precisa.

A hipertensão e suas causas

A hipertensão arterial sistêmica – mais comumente conhecida como pressão alta – é uma doença crônica que se caracteriza pela força acima do normal com que o sangue transita nas paredes das artérias ao circular pelo corpo.

Não há uma causa específica plenamente conhecida que provoque a hipertensão arterial sistêmica. Há, porém, fatores que podem criar ambiente propício para o desencadeamento da doença. Os principais são:

  • predisposição genética – há uma chance maior de desenvolver a doença caso outros membros da família apresentem um quadro de hipertensão;
  • aumento do peso – o excesso de peso e a obesidade proporcionam um fator de risco para essa doença;
  • avanço da idade – com o avanço da idade as pessoas ficam mais propensas a sofrer o quadro de hipertensão;
  • vida sedentária – a falta da prática de exercícios físicos e uma vida sedentária podem ser fatores de risco ao desenvolvimento da hipertensão;
  • álcool e tabagismo – esses dois elementos diminuem drasticamente a qualidade de vida dos indivíduos como um todo e também podem provocar a elevação da pressão arterial;
  • má alimentação – a baixa qualidade da alimentação e excesso de sal na dieta são fatores que podem desenvolver e agravar o quadro de hipertensão.

Conhecer as principais causas facilita a prevenção da hipertensão e uma vida mais saudável.

Sintomas

A hipertensão arterial sistêmica não costuma apresentar sintomas no período inicial da doença. No estágio avançado e sem tratamento, alguns efeitos podem surgir, como: agitação, visão turva, dor de cabeça, falta de ar, vômitos, danos colaterais nos olhos, cérebro, rins e coração.

Tratamento

Como uma das características de algumas doenças crônicas, a hipertensão arterial sistêmica não tem cura. Há, porém, tratamento para mantê-la sob controle e evitar complicações ou agravamento do quadro clínico.

Em casos mais brandos de hipertensão, o tratamento é realizado com abordagens sem a utilização de medicação. Baseia-se na alteração do estilo de vida como, por exemplo, ter uma alimentação mais saudável, com baixo teor de gordura saturada, aumento do consumo de alimentos integrais, óleos vegetais insaturados e reduzir o consumo de sal.

Além disso, é aconselhável manter uma rotina de prática de exercícios físicos, ter cautela com o peso e massa corpórea e reduzir o consumo de bebidas alcoólicas. Deve ser evitado o tabagismo, pois, o fumo é grande responsável por doenças cardiovasculares.

Controlar o estresse também é um fator determinante para manter a pressão arterial sob controle, pois as situações de nervosismo provocam inúmeras alterações do quadro de saúde, inclusive no aumento da pressão arterial.

Nos casos em que a hipertensão arterial sistêmica é mais intensa, o médico prescreve medicamentos que agem na redução da resistência vascular periférica, o que gera uma dilatação dos vasos e artérias.

Há também a abordagem medicamentosa dos betabloqueadores que agem no sistema nervoso, com o objetivo de diminuir e controlar o estresse e, por consequência, controlar o quadro de hipertensão.

Cada tratamento será adotado de acordo com a orientação de um médico e todas as abordagens devem ser cumpridas integralmente, pois isso proporciona o controle da doença.

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Como prevenir a obesidade

Como prevenir a obesidade

Considerada um fator de risco para várias doenças (como a diabete Mellitus, apneia do sono, doenças cardiovasculares e câncer), a obesidade se caracteriza pelo acúmulo extremo de gordura corporal.

Ela é diagnosticada por meio do cálculo mundial, o índice de massa corporal – IMC. Com esse índice, divide-se o peso da pessoa pela sua altura ao quadrado. A partir do resultado, é possível afirmar se o indivíduo está dentro do peso ideal, acima dele, se apresenta obesidade ou obesidade mórbida.

Os índices de medida são:

– menor que 18,5: abaixo do normal;

– de 18,5 até 24,9: dentro do normal;

– de 25 a 29,9: acima do peso;

– de 30 até 30,9: obesidade;

– maior que 40: obesidade mórbida.

Quais os sintomas da doença?

Todos os sintomas são extremamente negativos para a qualidade de vida de quem sofre essa doença. Entre eles estão dor nas articulações, dificuldade de locomoção, sonolência exagerada durante o período do dia ou cansaço físico, refluxo e suor excessivo.

Como prevenir a obesidade?

A obesidade é causada por vários fatores. São eles sedentarismo, hipotireoidismo, excesso de ingestão de gordura e predisposição genética. Todos eles podem ser prevenidos com as seguintes ações:

  • incentivar as crianças, desde pequenas, a manter hábitos saudáveis, como uma dieta balanceada e a prática de exercícios físicos;
  • não comer assistindo à televisão nem manter hábitos alimentares não saudáveis, como o consumo de comidas gordurosas e ricas em açúcar;
  • dormir bem, tendo, pelo menos, sete ou oito horas de sono;
  • ter horários certos para comer;
  • praticar exercícios físicos; além de melhorar a disposição no dia a dia, praticar exercícios é ótimo para prevenir outras doenças, como câncer, por exemplo;
  • não fugir da dieta mais de uma vez na semana;
  • diminuir o consumo de bebidas alcoólicas em eventos sociais.

Como funciona o tratamento?

O primeiro passo é a reeducação alimentar, que consiste em evitar os hábitos alimentares que prejudicam o corpo e trocar alimentos gordurosos pelos magros e com pouco açúcar.

O segundo passo é começar a praticar exercícios físicos de forma regular, para que o corpo perca os quilos excedentes e apresente melhora no condicionamento físico e na saúde de forma geral.

Outro ponto importante é procurar apoio psicológico e familiar, pois não é um processo fácil, uma vez que atinge diretamente a autoestima, além de ser demorado.

Em casos mais graves de obesidade, a cirurgia bariátrica é indicada para que a perda de peso aconteça de maneira mais rápida, para posterior manutenção do novo peso.

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5 principais doenças crônicas no Brasil

5 principais doenças crônicas no Brasil

As doenças consideradas crônicas são responsáveis por boa parte dos atendimentos médicos realizados no país. Essa é uma situação que pode e deve ser amenizada com base em conhecimento e promoção aos cuidados preventivos. Por esse motivo, elaborei este artigo com 5 principais doenças crônicas no Brasil – assim, você poderá ter a melhor orientação para sua saúde.

O que são doenças crônicas

Antes de abordarmos quais são as principais doenças crônicas no Brasil é importante que você entenda a sua definição, para que, assim, possa ter a informação correta dessa classificação.

É considerada crônica a doença que tem duração e persistência de médio a longo prazo e cujo tratamento é realizado por acompanhamento em um período mais extenso e, em alguns casos, de forma ininterrupta.

Conheça 5 principais doenças crônicas do Brasil

Agora que você aprendeu o real conceito do que é uma doença crônica, chegou o momento de conhecer 5 principais doenças no Brasil que são classificadas como crônicas.

1 — Hipertensão Arterial Sistêmica — HAS

A hipertensão arterial sistêmica é uma doença crônica que assola muitos brasileiros, independente da sua faixa de idade, pois, pode acometer crianças, jovens, adultos e idosos.

Essa doença caracteriza-se pela força além do normal que o sangue exerce sobre as paredes das artérias, para que possa circular por todo o corpo.

Seu tratamento consiste no uso de medicamentos e práticas mais saudáveis no dia a dia.

2 — Diabetes

Assim como a hipertensão, o diabetes também é uma doença crônica muito comum entre os brasileiros, seja por fatores externos — como maus hábitos de alimentação e qualidade de vida — seja por fatores hereditários.

Essa patologia metabólica se apresenta pela incapacidade de o organismo produzir insulina, ou dificuldades de a insulina agir de forma adequada no organismo. Independente de qual seja a forma que o diabetes se apresenta, a sua reação gera dificuldade no controle dos níveis de açúcar no organismo.

3 — Artrite

A artrite é uma doença crônica que causa processos inflamatórios nas articulações e, por isso, causa dor e inchaços nessas áreas, bem como provoca dificuldades de locomoção (nos casos mais graves).

É uma doença que não tem cura, porém, pode ser tratada e controlada, situação que proporciona melhor qualidade de vidas aos seus portadores.

4 — Colesterol alto

O colesterol alto é uma doença crônica causada principalmente pelo ambiente externo – nesse caso, pelo consumo exagerado de gorduras. Essa doença pode causar sérios danos à saúde, especialmente problemas cardiovasculares.

É um tipo de patologia que pode ser tratada com medicamentos e mudanças dos hábitos alimentares e a prática de exercícios de forma regular.

5 — Depressão

A depressão é uma doença crônica que se tornou muito comum entre os brasileiros e tem como causas elementos externos, como acontecimentos que afetam a saúde psicológica do indivíduo, e elementos internos, como alterações hormonais e doenças graves, como o Acidente Vascular Cerebral.

Ao conhecer algumas dessas doenças crônicas que afetam os brasileiros, fica mais fácil para que você identifique os sintomas e as suas principais causas, para que possa agir de forma profilática.

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O que são doenças crônicas

O que são doenças crônicas

As doenças crônicas são condições médicas de longo prazo que geralmente são progressivas. Atualmente, estas são as principais causas de incapacidade e morte a nível mundial, além de serem também os principais motivos para mortes prematuras de adultos em muitas partes do mundo.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), quase metade de todas as mortes por doenças crônicas ocorre em pessoas com mais de 70 anos. Isso acontece porque as doenças crônicas são condições médicas que pioram progressivamente durante a vida toda, como a diabetes, a hipertensão (pressão alta), o colesterol alto, a asma, os diversos tipos de câncer e a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), por exemplo.

Portanto, é importante cuidar da sua saúde e gerenciar essas condições para levar uma vida plena. No artigo a seguir, você conhecerá mais sobre as doenças crônicas, quais são os principais tipos e como buscar ajuda médica. Boa leitura!

O que são as doenças crônicas?

A doença crônica persiste por um longo período de tempo e tem o potencial de impedir a independência e a saúde das pessoas. É comum que pessoas com doenças crônicas pensem que estão livres do mal quando não apresentam sintomas.

Não apresentar sintomas, no entanto, não significa necessariamente que a doença crônica tenha desaparecido. A boa notícia é que elas podem ser prevenidas ou controladas ao praticar exercícios regularmente, manter uma dieta balanceada, não fumar e evitar o consumo excessivo de álcool.

Mesmo assim, um médico pode usar as palavras “controlada” ou “estável” para descrever uma doença crônica, mas, como dito anteriormente, ela não desaparece e precisa de atenção constante, ainda que esteja controlada.

Abaixo estão listados exemplos de doenças crônicas comuns e suas principais características.

Quais são as principais doenças crônicas?

As doenças crônicas podem variar de condições mais simples a problemas mais graves, e incluem:

  • Condições cardiovasculares (como doença coronariana e acidente vascular cerebral);
  • Cânceres (como câncer de pulmão);
  • Transtornos mentais (como depressão);
  • Diabetes;
  • Doenças respiratórias (incluindo asma e doença pulmonar obstrutiva crônica);
  • Artrite, osteoporose e outras condições musculoesqueléticas;
  • Doença renal crônica e outras.

Quais são os impactos das doenças crônicas para a sociedade?

Mudanças no nosso estilo de vida e o controle de outros problemas de saúde, nos últimos cem anos, fizeram com que as doenças crônicas fossem cada vez mais comuns — e, agora, causam a maior parte da carga de doenças.

Além dos custos pessoais e comunitários, as doenças crônicas resultam em um ônus econômico significativo, devido aos efeitos combinados dos custos, dos cuidados com a saúde e das perdas de produtividade às mortes associadas.

A importância do diagnóstico precoce

O diagnóstico precoce é importante e útil na gestão de doenças crônicas, uma vez que muitas delas são silenciosas e assintomáticas, até que estejam em estado avançado. Por isso, converse com seu médico sobre doenças crônicas, solicite check-up periódico e pergunte sobre medidas eficazes para prevenir e gerenciar tais questões.

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